Tratamento contra o câncer e doenças autoimunes em Taquara/RS
Nossa equipe de profissionais é composta por médicos de diversas especialidades clínicas e cirúrgicas, com dedicação total à assistência do paciente oncológico.
Além da equipe médica, a Oncoprev conta com equipe de enfermagem oncológica, farmácia oncológica, psicologia oncológica e nutrição oncológica.
Saiba mais sobre métodos de prevenção contra o câncer e os direitos que o paciente possui.
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Marlete de Fátima Correa Hofman descobriu a doença em um exame de rotina, manteve o trabalho durante o tratamento e, neste Outubro Rosa, faz um apelo: não esperem sentir sintomas para procurar o médico.
Foi em um exame de rotina, daqueles que faz todos os anos, que a empreendedora Marlete de Fátima Correa Hofman, moradora de Três Coroas, recebeu a notícia que mudaria sua vida. A mamografia e a ecografia mostraram uma alteração na mama. A biópsia confirmou o câncer, e um mês depois ela já tinha feito a cirurgia.
"Eu fiquei completamente arrasada. Eu não esperava, porque não tenho nenhum caso na minha família", lembra. No carro, a caminho de casa, chorou. E ali mesmo tomou uma decisão, que dividiu com o marido: "Vou pôr nas mãos de Deus, e o que Ele fizer por mim está bem feito".
Quando o médico ofereceu a ela mais tempo para conversar sobre o diagnóstico, Marlete preferiu seguir em frente. "Eu disse: doutor, eu já sei que é um câncer e eu preciso fazer a cirurgia. Então vamos ao que interessa."
A história dela é a de muitas brasileiras. Sem contar os tumores de pele não melanoma, o câncer de mama é o mais frequente entre as mulheres no país. O Instituto Nacional de Câncer (INCA) estima cerca de 78,6 mil novos casos por ano entre 2026 e 2028. Na Região Sul, o risco estimado é de 77,9 casos para cada 100 mil mulheres, acima da média nacional, de 71,6.
O trabalho como terapia
Depois da cirurgia, Marlete ficou 21 dias em casa. Foi o período mais difícil. "Eu não sou muito de mexer no celular, não gosto muito de olhar TV", conta. Respeitou o tempo da recuperação e, assim que foi possível, voltou ao trabalho. "Para mim foi uma terapia. Voltar a trabalhar, conversar com as pessoas, dar risada, brincar. Foi uma recuperação excepcional."
O apoio da família, do neto e dos amigos, segundo ela, foi fundamental. "Quando tu vê que tem o apoio das pessoas, que tem amigos, aí tu só vai."
Quatro horas que passavam voando
A quimioterapia foi feita na Oncoprev Centro de Oncologia e Infusões, em Taquara, cidade vizinha a Três Coroas. A proximidade fez diferença: Marlete pôde se tratar perto de casa, sem precisar viajar até Porto Alegre a cada sessão, e voltar no mesmo dia para a família e o trabalho. Houve dias em que Marlete passou quatro horas na poltrona recebendo a medicação. "Com a conversa, com a brincadeira, passava voando. Quando eu olhava, o tratamento já estava finalizando", diz ela, que sempre teve um acompanhante ao lado durante as sessões.
O fim da quimioterapia virou festa, com gaita e dança, na própria clínica. "Eles me acolheram de uma forma que não tem explicação. O cuidado que eles têm com a gente faz a gente se recuperar também. Fiz amigos para a vida toda."
Para a oncologista Ana Paula Thomé, que acompanhou Marlete na Oncoprev, a forma como a paciente atravessou o tratamento faz diferença. "O tratamento oncológico vai além da medicação. O acolhimento, o apoio da família e a possibilidade de manter atividades do cotidiano, sempre respeitando os limites de cada paciente, contribuem muito para a qualidade de vida durante esse período. A Marlete encontrou no trabalho e na convivência com as pessoas uma importante fonte de bem-estar e apoio", afirma.
"Eu me sinto uma nova mulher"
Hoje, Marlete leva a vida que levava antes. "Estou me sentindo outra pessoa. Tudo que eu fazia antes, eu continuo fazendo." Os cabelos, que caíram durante a quimioterapia, voltaram crespos e brancos. "Estou amando esses crespos. Isso tudo faz diferença quando a gente se vê e se aceita. Eu me sinto uma nova mulher."
Para quem está em tratamento, o recado é de fé e de persistência. "Não se deixem abater. Tentem levar a vida normal, conversem com outras pessoas e, se precisarem, procurem uma rede de apoio. O pensamento da gente é 80%. Sigam em frente, porque tem uma vida normal esperando lá fora."
Não espere o sintoma
A descoberta em fase inicial, Marlete não tem dúvida, foi o que mudou sua história. "Eu sou uma pessoa que conhece o meu corpo. Quando sinto alguma coisa diferente, eu já vou ao médico. Façam os exames todo ano, mamografia, ecografia. O diagnóstico precoce é o melhor remédio."
A oncologista reforça o alerta. "O câncer de mama pode não provocar sintomas nas fases iniciais. Por isso, a mamografia de rastreamento é tão importante: ela permite identificar alterações antes mesmo que sejam percebidas pela mulher. De maneira geral, quanto mais cedo a doença é diagnosticada, maiores são as chances de cura. Também é importante lembrar que a maioria dos casos ocorre em mulheres sem histórico familiar de câncer de mama", explica Ana Paula Thomé.
Desde setembro de 2025, o Ministério da Saúde recomenda a mamografia a cada dois anos para mulheres de 50 a 74 anos, mesmo sem sintomas. Entre 40 e 49 anos, o exame pode ser feito por decisão conjunta da paciente com o médico. O autoexame e a atenção a qualquer mudança nas mamas complementam o cuidado.
O médico oncologista e diretor técnico da Oncoprev, Dr. Henrique Träsel, foi um dos palestrantes do Seminário Outubro Rosa, promovido pela Faccat em parceria com o grupo Laços de Amor. O evento aconteceu no dia 15 de outubro, no Centro de Eventos da Faccat, em Taquara, e reuniu mais de 200 participantes, entre estudantes e membros da comunidade.
O encontro proporcionou uma noite de informação, troca de experiências e reflexão sobre a saúde da mulher, reforçando a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama.
Durante sua participação, Dr. Henrique destacou a importância dos hábitos saudáveis na redução do risco da doença e do acompanhamento médico para identificar possíveis alterações ainda nos estágios iniciais.
“Alguns fatores de risco para o câncer de mama nós herdamos, como a predisposição genética, mas outros estão diretamente relacionados aos nossos hábitos de vida. O sedentarismo, o excesso de peso e o consumo de álcool, por exemplo, contribuem para aumentar o risco da doença. Por isso, precisamos falar cada vez mais sobre prevenção e conscientização. Além disso, o diagnóstico precoce faz toda a diferença, aumentando as possibilidades de tratamento e as chances de cura”, destaca o oncologista.
A participação no seminário reforça o compromisso da Oncoprev com a promoção da saúde e a conscientização da comunidade. Referência regional em oncologia, a instituição acredita que compartilhar conhecimento também é uma forma de cuidar das pessoas e contribuir para o diagnóstico precoce do câncer.
Em 2026, a ONCOPREV comemora 24 anos de atuação dedicada ao cuidado oncológico e reumatológico no Vale do Paranhana e na Encosta da Serra. Desde 2002, a instituição acompanha pacientes em seus tratamentos de quimioterapia e terapias imunobiológicas, consolidando-se como referência em qualidade assistencial — hoje reconhecida pela Acreditação ONA.
Para marcar essa trajetória e chegar mais forte às bodas de prata, em 2027, a ONCOPREV anuncia uma nova estrutura de marcas, que reflete com mais clareza os diferentes públicos e necessidades que atende:
ONCOPREV Convênios
Atendimento a pacientes de convênios médicos e particulares, com estrutura dedicada e credenciamento junto a operadoras como IPE Saúde, Cabergs, Bradesco Saúde, Cassi e Unimed.
OPV Oncologia SUS+
Unidade de referência para pacientes do Sistema Único de Saúde, com credenciamento em Alta Complexidade Oncológica desde 2016, mantendo o compromisso histórico da instituição com o acesso público ao tratamento oncológico.
ONCOPREV Viva
Nova marca dedicada ao cuidado de doenças autoimunes e reumatológicas, ampliando a atuação da ONCOPREV para além da oncologia e levando a mesma excelência clínica para outras áreas da imunobiologia.
As três marcas continuam operando sob o mesmo compromisso de qualidade e humanização que sempre marcou a história da ONCOPREV, unidas pela mesma equipe técnica e pela Acreditação ONA conjunta. “Essa nova estrutura não é uma mudança de identidade, mas um amadurecimento. Depois de 24 anos, entendemos que cada paciente merece um caminho claro até o cuidado que precisa — seja pelo convênio, pelo SUS ou por outras condições de saúde que também merecem nossa atenção”, ressalta Dr. Henrique Träsel, médico oncologista e diretor técnico da Oncoprev.
Seguimos com o mesmo propósito que nos trouxe até aqui: cuidar bem, cuidar de todos, e cuidar com a dedicação de sempre. Com essa nova estrutura, a ONCOPREV se prepara para viver seu 25º ano — as bodas de prata — mais forte, mais organizada e ainda mais preparada para acolhe os pacientes.
Encontro realizado em Taquara abordou novidades no diagnóstico e no cuidado de pacientes com cânceres do aparelho digestivo
A Oncoprev Centro de Oncologia e Infusões promoveu, no último sábado (27), mais uma edição do Oncoprev Talks, na Faculdades Integradas de Taquara (Faccat), em Taquara.
O encontro, que teve como tema a atualização em tumores gastrointestinais, reuniu médicos oncologistas, cirurgiões, radioterapeutas e outros profissionais da saúde para uma manhã de atualização científica, troca de experiências e discussão sobre os principais avanços no diagnóstico e no tratamento dos tumores que atingem o aparelho digestivo.
Ao longo da programação, foram abordados temas relacionados aos cânceres de esôfago, estômago, pâncreas, fígado, vias biliares, cólon e reto. Os especialistas também discutiram tratamento neoadjuvante, técnicas cirúrgicas minimamente invasivas, cirurgia robótica, abordagem da doença metastática e diferentes estratégias terapêuticas, além da apresentação e discussão de casos clínicos.
De acordo com o médico oncologista e diretor técnico da Oncoprev, Dr. Henrique Träsel, o encontro cumpriu o propósito de aproximar profissionais e promover a troca de conhecimentos em uma área que passa por constantes avanços.
“Foi uma manhã muito produtiva, que reuniu profissionais de diferentes especialidades em torno de um mesmo objetivo: compartilhar conhecimento e buscar novas possibilidades para qualificar cada vez mais a assistência aos pacientes. A atualização científica e o trabalho integrado são fundamentais para oferecermos um cuidado mais seguro, preciso e individualizado”, afirma.
A realização do Oncoprev Talks reforça o compromisso da Oncoprev com a educação continuada, com a integração entre diferentes especialidades e com a atualização permanente dos profissionais que atuam na assistência oncológica na região.
O evento foi realizado com o apoio da Unimed Encosta da Serra e da Faccat, e patrocínio de Sun Pharma, Merck, Servier e BeOne.
A quimioterapia é um dos principais métodos utilizados para combater o câncer.
Ela consiste em utilizar medicamentos que se misturam com o sangue e são levados a todas as partes do corpo, destruindo as células doentes que estão formando o tumor e impedindo, também, que elas se espalhem pelo corpo.
Poliquimioterapia: quando vários medicamentos quimioterápicos são associados. O objetivo é diminuir a dose de cada quimioterapia e aumentar a potência do tratamento combinando as medicações.
Quimioterapia adjuvante: A administração de quimioterápicos após tratamento definitivo, como cirurgia, por exemplo, tem como objetivo a redução no risco de recidiva da doença. Esta modalidade de tratamento é chamada de adjuvante e faz parte do tratamento curativo de diversos tipos de câncer.
Tratamento de indução ou neoadjuvante: Quando utilizamos a quimioterapia previamente ao tratamento definitivo como cirurgia, chamamos de tratamento de indução ou neoadjuvante. Este tipo de tratamento pode diminuir o tamanho do câncer e permitir melhores resultados cirúrgicos, por exemplo.
O tratamento imune contra o câncer consiste em estimular o sistema imune do paciente contra o tumor. Existem diversas medicações que podem ser usadas com esses objetivos dependendo do tipo de câncer.
Hormonioterapia é a manipulação dos sistema endócrino para combater doenças sensíveis a hormônios. Inicialmente utilizada contra o câncer de mama, hoje é amplamente utilizada para tratamento de tumores de endométrios e próstata, por exemplo.
A terapia intravesical é um tratamento que utiliza medicamentos administrados diretamente na bexiga, através de um cateter. O objetivo é destruir todas as células cancerígenas remanescentes.
A quimioterapia intratecal é um tratamento que pode ser utilizado para combater cânceres que atingem o Sistema Nervoso Central ou para prevenir que doenças oncológicas infiltrem essa área.
Os medicamentos quimioterápicos são administrados diretamente no líquor, um fluido presente no cérebro e na medula espinhal.
Este tratamento envolve o uso de anticorpos contra regiões específicas das células do câncer, induzindo uma resposta imune contra a célula tumoral. Esses anticorpos também podem ser modificados para carregarem junto quimioterápicos e radioisótopos, por exemplo, permitindo uma terapia mais específica atingindo mais as células doentes.
Este tipo de tratamento utiliza medicações que bloqueiam o crescimento tumoral interferindo na sinalização intracelular das células tumorais. É um tratamento considerado mais seletivo e ativo contra células do câncer, permitindo menor agressão às células normais.
A Oncoprev – Centro de Oncologia conta com o primeiro Centro de Pesquisas em Oncologia da região.
O objetivo é realizar estudos de novos medicamentos e proporcionar aos pacientes acesso a tratamentos revolucionários.
É mais um avanço da Oncoprev para qualificar os atendimentos, pensando na melhor experiência dos pacientes, com inovação e excelência no tratamento do câncer.
Dispomos de um Centro de Infusões para atender as necessidades de pacientes em tratamento contra diversas patologias, como as doenças reumatológicas.
No Centro de Infusões, são aplicados medicamentos endovenosos e subcutâneos sob orientação de uma equipe qualificada.
Para o maior conforto dos pacientes, a Oncoprev - Centro de Oncologia conta com a Touca Gelada Thermia, da Fabinject Technology, que ajuda a reduzir a queda de cabelo durante a quimioterapia.
O aparelho, fabricado no Brasil, possui um exclusivo sistema de resfriamento do couro cabeludo que permite atender até quatro pacientes simultaneamente, com uma touca leve, confortável e fácil de usar.
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Pacientes do SUS devem procurar a Secretaria de Saúde do seu município para mais informações.